sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Um amor para sempre...


De todas as lembranças que guardo da minha infância as que me são mais caras, e as que mais me comovem são as relacionadas ao meu avô paterno, falecido, quando eu tinha quase 9 anos de idade, no dia 15 de setembro de 1947, data que considero a do final da fase mais feliz, leve, fantasiosa e mágica da minha vida. 
Com ele se foi a minha infância e teve início uma antecipada pré-adolescência instigada por força das circunstâncias, as mesmas que causaram a sua morte tão sofrida. Mas, não quero lembrar essas coisas agora... Neste momento, só quero lembrar de meu avô brincando comigo, me pondo no colo para me contar histórias maravilhosas, fazendo-me viajar no mundo encantado da fantasia, povoado de fadas, sacis, príncipes e princesas, bruxas e gnomos. Ele era o meu herói, meu cavalheiro andante, meu primeiro amor... Amor eterno que mesmo tendo se passado tantos anos de sua partida, sua presença continua poderosamente viva em minha alma. 
Meu amado Avô Alexandre.



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