domingo, 28 de dezembro de 2014

Atrevo-me a ser como sou!...


"Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então fazia o que os outros queriam, e a minha consciência me censurava. Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me difamava. Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.
Sou guerreira: a minha espada é o amor, o meu escudo é o humor, o meu espaço é a coerência, o meu texto é a liberdade.

Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável, mas não escolhi o bom senso comum. Prefiro a imaginação dos índios que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos. Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos, sem Amor corremos de novo o risco de estarmos caminhando de costas para a luz. Por esta razão é muito importante que apenas o Amor inspire as nossas ações.
Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras; não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar, apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejamos apenas água fluindo: o caminho terá que ser feito por nós. Porém, não permitas que o leito escravize o rio, ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade, que a sensação de felicidade lhes parece estranha. As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.

A vida é um cântico à beleza, uma chamada à tranparência.

Peço-lhes perdão, mas...DECLARO-ME VIVA!!!"

(Autor desconhecido)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Verdades, sentimentos e Ideias...



Não interrogo muito a verdade que cada escritor ou pensador expressa como tal. 
Nenhuma dessas "verdades" nos podem ou devem alimentar ou socorrer.  
O que importará  é que cada  homem construa  a  sua verdade, como imperativo do seu ser,
 como "instrumento" da sua unidade espiritual.


Sentimentos não se constituem, nem pela memória. 
Uma vez vividos são passados.
E só o sentir é em nós absoluto.
 O sentimento não se pode discutir, porque nada adianta 
para a nossa realidade existencial.

 Podem condenar-se eticamente certos sentimentos, ou expressões do nosso sentimento.  
Mas, o sentimento em si  é  uma  realidade inapagável e indiscutível.

Já não são assim as idéias, 
porque todas se podem discutir, pois nunca se é detentor da verdade, absoluta e irrefragável.  
Lógica e dialeticamente podem defender-se os mais evidentes absurdos.

Os sentimentos têm a sua lógica  interior, de associação e desenvolvimento, mas a nossa lógica mental é inoperante
 perante esse fluir inconsciente e espontâneo da nossa vida afetiva.

[A. de Gusmão]


domingo, 21 de dezembro de 2014

Não faça perguntas...


A vida é um caso de amor, é poesia, é música. Não faça perguntas feias como: qual é o propósito?

Porque no momento em que você pergunta isso, você se desconecta da vida.

A vida não pode ser interligada por questões filosóficas. A filosofia precisa ser deixada de lado.
Osho, em "Não-Pensamento do Dia",
no site www.osho.com