sábado, 21 de junho de 2014

A elegância do comportamento...


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. Há quem a confunda com o bem trajar, o ser chic e ter nascido em família brasonada ou rica. Não, a elegância da qual se trata aqui independe de status social, de conta bancária e de estudos avançados.
É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que nunca vaiam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, a pessoas que fazem os serviços domésticos, a caixas do supermercado, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros, que evitam armar “barracos” ou cenas grosseiras em público. O assédio de qualquer espécie nunca será uma atitude elegante, da mesma forma que proferir palavrões e fazer alusões a intimidades de ordem sexual não faz parte dos hábitos de uma pessoa elegante.
É possível detectá-la em pessoas pontuais (uma raridade). Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece (elegante e inteligente), é quem presenteia fora das datas festivas, porque sente prazer em dar até mais do que em receber, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está ( este é pecado é mais comum do que se imagina). Oferecer flores é sempre elegante, pena que a maioria não cultive este gesto delicadíssimo, sempre tão prazeroso para quem as recebe.
É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros (o contrário disto nem chega a merecer o rótulo de deselegância, é bem pior, é cruel e produz um efeito devastador. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro (não apenas é elegante, é sintoma de uma personalidade firme e consciente. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição... Aliás, é elegantérrimo! É atitude de quem se respeita e tem auto estima elevada). Não há livro que ensine alguém a ser elegante. Não, não há mesmo, em parte é da natureza do indivíduo, burilada pelo exemplo recebido na educação familiar, na conduta dos pais e no interesse de não se incluir no amplo contingente de pessoas vulgares, sem traquejo social, sem noção do respeito e da consideração que deve ter sempre com o outro, seja ele de qualquer nível social.
Eu mesma, nem sempre consigo ser tão elegante o quanto gostaria. Como a maioria, incorro em deselegâncias, levada pelo impulso do meu temperamento apaixonado, veemente nem sempre tolerante. Portanto, não estou me colocando como a elegante por excelência nem como exemplo para ninguém. Ainda tenho que percorrer muita estrada até conseguir ser uma pessoa melhor e isenta desta e de outras falhas humanas. Vigio-me, portanto! Procuro corrigir meus erros! Não abro mão do meu empenho em tornar-me um ser humano "elegante". Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura! Não é mesmo?!
E você, considera-se uma pessoa elegante? Como elabora sua auto avaliação? Que nota atribui a você mesma?



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Além da linguagem...



Tudo o que é grandioso está além da linguagem.

Quando existe muito a dizer, é sempre difícil dizê-lo. Somente pequenas coisas podem ser ditas, somente trivialidades podem ser ditas, somente o mundano pode ser dito.

Sempre que você sente algo transbordante, é impossível dizê-lo, porque as palavras são muito estreitas para conter algo essencial.

Palavras são utilitárias, boas para o dia-a-dia, para as atividades mundanas. Elas começam a ficar limitadas quando você se move além da vida comum. No amor não são úteis, na prece se tornam completamente inadequadas.

Tudo o que é grandioso está além da linguagem, e, quando você descobre que nada pode ser expresso, então você chegou, então a vida está repleta de grande beleza, de grande amor, de grande deleite, de grande celebração.

Osho, em "Osho Todos os Dias – 365 Meditações Diárias"

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Evite a filosofia e dê um grande mergulho na poesia.


Lembre-se sempre que, se o mistério de sua vida continuar a se aprofundar, então você estará na trilha certa.
Se começa sentindo que não há nenhum mistério na vida e você se torna instruído, está no caminho errado.
Evite a filosofia e dê um grande mergulho na poesia. Seja tanto quanto possível um poeta - porque o místico é o crescimento do poeta.
O poeta está a caminho de ser um místico, e só um poeta pode ser um místico. 
Osho, em "A Revolução: Conversas Sobre Kabir"

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Se se morre de amor...


Certo domingo, eu estava em visita na casa de uma amiga, quando a filha desta, em meio às tagarelices com outras jovens, contava o final de um romance do autor português, Camilo Castelo Branco, que acabara de ler, no qual o protagonista, impedido de casar-se com a sua amada, adoece de tristeza, definha e morre de amor. As outras começaram a questionar a verossimilhança da história, atribuindo o final trágico aos exageros da mentalidade romântica e sentimentalista do século XIX. A mais descrente delas resolveu perguntar para o irmão, que passava pelo grupo, se podia alguém morrer de amor. Não pude perceber a resposta do jovem dada em meio a rumores de risadas e de falas alvoroçadas do grupo.
Esta pergunta, no entanto, trouxe-me à memória o poema de Gonçalves Dias, poeta do Romantismo brasileiro, que tem como título esta mesma indagação: “Se se morre de amor” . Falei para as jovens sobre isto, relatando a história romântica que envolve a composição do poema, prometendo-lhes que postaria aqui no blog alguma coisa sobre o assunto. Ora bem, eu pensava que a moçada não dava bolas para poesias de amor, que achavam bregas as aventuras e desventuras românticas. Enganei-me. Entre muitas adolescentes, ainda sobrevivem almas românticas e sonhadoras que acreditam no amor, da mesma forma como perdura a eterna busca do “outro” e da completude inerente à reciprocidade amorosa. 
Na poesia "Se se morre de amor", um dos mais belos poemas de Gonçalves Dias, este estabelece a diferença entre o amor falso e o amor verdadeiro. Para ele, o amor falso é aquele nascido em festas, encontros fugazes, e desse amor não se morre. O amor verdadeiro é mais puro, os apaixonados experimentam efeitos parecidos com aos da contemplação religiosa: "Sentir sem que se veja a quem se adora. Segui-la sem poder fitar seus olhos”. E é desse amor que se morre. 
Ler a poesia sem conhecer o drama amoroso do poeta que lhe deu origem, equivale a perder muito da aura romântica e humaníssima que a envolve. Portanto, vamos antes conhecer um pouco da triste e sofrida história do amor irrealizado de Gonçalves Dias e Ana Amélia.
"Gonçalves Dias viu Ana Amélia pela primeira vez em 1846 no Maranhão. Era ela quase uma menina, e o poeta, fascinado pela sua beleza e graça juvenil, escreveu para ela as poesias "Seus olhos" e "Leviana". Depois, indo para o Rio, é possível que essa primeira impressão tenha desaparecido do seu espírito. Mais tarde, porém, em 1851, voltando a São Luís, viu-a de novo, e já então a menina e moça se fizera mulher, no pleno esplendor da sua beleza desabrochada. O encantamento de outrora se transformou em paixão ardente, e, correspondido com a mesma intensidade de sentimento, o poeta, vencendo a timidez, pediu-a em casamento à família.
" A família da linda Don`Ana -- como a chamavam -- tinha o poeta em grande estima e admiração. Mais forte, porém, do que todo este apreço era, naquele tempo no Maranhão, o preconceito de raça e de origem. E foi em nome desse preconceito que a família recusou o seu consentimento. O poeta era homem de cor, filho bastardo de pai português e de mãe mestiça das raças indígena e negra.
" Por seu lado o poeta, colocado diante das duas alternativas: renunciar ao amor de Ana Amélia ou à amizade dos seus preconceituosos pais. Preferiu sacrificar aquele a esta, levado por um excessivo escrúpulo de honradez e lealdade, que sempre revelou nos mínimos atos de sua vida. Tomado de tristeza, o poeta partiu para Portugal. A sua renúncia foi tanto mais dolorosa e difícil por que Ana Amélia, que estava resolvida a abandonar a casa paterna para fugir com ele, o exprobrou, dura e amargamente, em uma carta por não ter tido a coragem de passar por cima de tudo e de romper com todos para desposá-la!

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domingo, 15 de junho de 2014

Um eufemismo idiota e ridículo...


Nada me irrita mais do que ouvir pessoas afirmarem que a velhota de 65 anos de idade está na “Melhor Idade”. Já exteriorizei a minha abominação por este costume hipócrita de tentar mascarar com eufemismos idiotas a realidade dos idosos. Se a melhor idade é a que traz o Mal de Alzheimer, o Mal de Parkinson, a Arteriosclerose, a Artrose, o AVC, a limitação, depressão, as perdas dos entes queridos, a casa esvaziada e a família sumindo nas veredas da morte, então a velhice é mesmo uma delícia, uma felicidade absoluta. 
Considero um deboche a expressão “A Melhor Idade” em referência aos velhos e velhas, quando, na verdade, a melhor idade se resume aos nove meses que passamos no ventre das nossas mães. Em alguns casos esta experiência paradisíaca se prolonga até a idade da razão. Isto, quando se nasce de pais amorosos e presentes, que pode alimentar, acarinhar e educar a criança para ser um adulto digno, um ser do Bem. Para os muito pobres, a boa vida acaba ao ver a luz e começar a conviver com a miséria de todos os tipos que os rodeiam. 
Por melhor que seja a vida familiar e afetiva depois dos 65 anos nem tudo são flores. Pode-se até ter uma vida cheia de conforto, uma boa conta bancária... Mas já não se tem as velhas amigas e amigos, os parentes mais velhos, aquelas pessoas que cultivavam valores semelhantes aos nossos, gerando tanta identificação e deleitosos momentos de convivência. O que se tem são pessoas de gerações mais novas que, quanto mais recentes, mais distantes estão do universo mental, dos gostos, dos princípios e valores cultivados pelos idosos. Em algumas festas tradicionais (o Natal é uma delas) o idoso se sente como se estivesse em um espaço no qual todos falassem grego, chinês e ele, coitado, não consegue se comunicar. Sente-se um estrangeiro entre os novos e novíssimos membros da própria família e os amigos desta. Ninguém lembra o real motivo da festa natalina, da reunião familiar, Cristo é solenemente um esquecido, enquanto o pançudo Papai Noel, o usurpador do real dono da festa, é esperado pela criançada, é louvado como o doador de presentes e bugigangas, o eleito pelo comércio como motivador do consumo desvairado. Para Jesus, nem pipocas!
Neste Natal de 2014, com o ninho já vazio há muitos anos, decidi passar a noite santa comigo mesma, comendo pipocas (adoro pipocas) diante da televisão, assistindo um belo programa na TV Bandeirantes, sobre o Natal em uma cidade holandesa. A orquestra encheu meu espaço de som, alegria, serenidade e esplêndidas músicas. Foi uma bela noite de Natal. Depois da meia noite dei os parabéns a JESUS e à minha cidade NATAL, os aniversariantes do dia 25 de dezembro. Quanto a Papai Noel... Quem é mesmo Papai Noel? Ah! Sim! Lembrei! Ele é um senhorzinho na “Melhor Idade”. Hehehehehehehe.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Eu não existo sem mim


"Vinha passando pela vida sem me dar conta do quanto ela era importante pra mim. Eu me lembro que eu não sentia absolutamente nada, apenas deixava o tempo deslizar pelos meus dias... De repente, como por encanto eu descobri que eu existia, à partir daí tudo mudou. 

Descobrir que eu não existo sem mim me fez pensar pra dentro, me enxergar como eu realmente sou e não como eu imaginava que eu fosse...

Às vezes passamos um tempo vivendo a vida que os outros traçaram para nós, assim sendo, não existimos. 

E apesar de nunca ter me perdido, passei tempo demais para saber onde eu estava, por isso agora eu me procuro todos os dias... Quero estar sempre presente em mim!

Eu amo tanto a minha vida que, acho que se um dia eu tiver que parar de viver eu vou morrer!"

Autora: Marineide Dan

terça-feira, 10 de junho de 2014

É no "agora" que a vida acontece e vale a pena !


Só há vida no presente. Acompanhe comigo este raciocínio: o passado passou. Não existe mais e nada e ninguém o fará existir. Só a nossa imaginação é capaz de viver neste tempo morto. Através dela experimentamos sentimentos que se foram, mas deixaram marcas nas nossas emoções e no nosso corpo. E é através dela que podemos limpar estes sentimentos, apagando a memória que eles deixaram.
O futuro ainda não chegou. Portanto, também não existe. Só nossa imaginação pode viver neste tempo que ainda não chegou. Portanto, não há outra alternativa a não ser: 

VIVER NO TEMPO PRESENTE. ESTE É O ÚNICO QUE É VIVO, O ÚNICO QUE TEMOS.
Viver cada segundo com a intensidade de um dia todo, viver como se a vida não fosse continuar no minuto seguinte. E isso exige que estejamos presentes no momento presente. Como? Ouvindo o que acontece ao nosso redor, vendo o que se descortina sob nossos olhos, sentindo o que tudo isso causa no nosso corpo físico, mental e espiritual. Participando de cada segundo com toda a energia, como se estivéssemos nascendo naquele segundo exato com toda a nossa força direcionada para este esforço.
Fique no presente, fale no presente, pense no presente. Porque viver no passado (através das lembranças) ou no futuro (através do nosso imaginário fantasioso) é muito fácil. Mas, nada nos acrescenta.
Eckhart Tolle, em seu livro O Poder do Agora (Editora Sextante) escreve: “Os problemas são obras da mente e precisam do tempo para sobreviverem. Não podem sobreviver na realidade do AGORA. Concentre sua atenção no AGORA e diz-me que problemas você tem neste momento. Eu diria: os problemas são obras da sua imaginação, que consegue fantasiar o futuro e manter o passado vívido. Os problemas precisam do tempo (passado e futuro) para sobreviverem. Concentre toda a sua atenção no presente, no momento, no segundo em que está vivo e agora me responda:- Onde estão os seus problemas?

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domingo, 8 de junho de 2014

Borboletas


"Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco nos decepcionarmos é grande.
 As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como                       não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

(Mário Quintana)

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Esquecemos o caminho do coração


O problema com o homem moderno é que esquecemos a linguagem do silêncio, esquecemos o caminho do coração.

Esquecemos completamente que há uma vida que pode ser vivida por meio do coração.

Somos muitos presos à cabeça, e porque estamos demais na cabeça não fazemos qualquer sentido na expressão do amor.

Isso torna-se cada vez mais problemático. 
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Osho, em "The Dhammapada The Way of the Buddha

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Uma reflexão necessária sobre a sexualidade feminina.

Quanta perda de tempo entre a certeza da nossa necessidade de amar e os conflitos gerados por um convencionalismo besta criado pelas sociedades hipócritas e pelas igrejas fincadas num princípio sórdido de que amar é um sujo pecado.
Nascemos filhos de Deus e trazemos em nosso âmago, além do desejo genuíno de sermos felizes, um órgão anatômico produzido para o prazer. Ora, por que, então, não fomos fabricados pelo Divino somente com os órgãos da procriação?
Quando pequeninas, na nossa pureza, no nosso cantinho mais gostoso, descobrimos a delícia das carícias que, involuntariamente ou instintivamente, nos proporcionamos ao tocarmos inocentemente nosso abençoado clitóris e tamanha nossa ingenuidade, levamos até a nossa querida mamãe esta experiência tão sublime pra nós. E é aí, na maioria das vezes, que definitivamente nos separamos da nossa felicidade. "Minha filha, pelo amor de Deus, esqueça isto. Não toque nunca mais aí. Isso é muito feio, isso é muito perigoso, isso é sujo, é pecado, Deus está vendo... sua mão vai cair..."
E somos mesmo capazes de nos vermos sem mãos um dia, tamanha a influência materna e religiosa sobre nós. É uma lástima que ainda na atualidade meninas estejam sujeitas a bloqueios sexuais, às vezes irreversíveis, criados por mães desinformadas e inexperientes, desatenciosas, na verdade, porque viveram o mesmo problema e são infelizes na sua individualidade e na sua vida conjugal e mesmo assim, incapazes de lutarem e buscarem orientação para si e suas filhas, vem passando como herança o peso de uma existência inócua ao prazer e as energias que este sentido nos oferece.
Sendo assim, é sempre muito importante lembrar que sexo é fonte inesgotável de energias. Com a orientação apropriada, a energia sexual é um rico tesouro de alegria, felicidade e paixão. Ela é uma ferramenta para criar e manter o nível ideal de saúde e vitalidade, transmutando uma vida medíocre em uma vida genial, transformando uma vida infeliz e estressada em uma vida plena de sucessos e realizações. Este é seu poder! A melhor maneira de se manter fisicamente e mentalmente saudável é nunca deixar de praticar atividades físicas, mentais e sexuais.
Técnicas comportamentais como o pompoarismo, por exemplo, tem contribuído muito para que mulheres de todas as idades redescubram o prazer, recuperem auto-estima e melhorem sua qualidade de vida. Associado ao pompoarismo, terapias relaxantes como a reflexoterapia podal, a terapia Floral de Bach, que é capaz de levar o indivíduo ao auto-conhecimento, bem como a psicoterapia holística, que é extremamente eficaz na classificação do perfil da pessoa, são instrumentos valiosos que utilizados na medida certa, geram equilíbrio e felicidade.

Texto de Jussara Hadadd, terapeuta holística, especializada em sexualidade


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Inquietação



Foi fácil exterminar
os deuses e semideuses
de todos os meus sonhos,
de toda a minha inquietação.

Mas ao fim de todas as mortes,
nos limites do silencio,
há um fantasma sem nome,
oblíqua presença de nada.

(zcmc)